Gente, quem não tem problemas com pelos? Vamos a praia, aquele solzão, a claridade e tudo mais, inclusive: Os Pelos. Aparece pelo que você nem imaginaria que poderia aparecer, até os mais clarinhosssss. Claro que pra isso existe a depilação, mas falando sério, depilação com cera, nunca foi e nunca será fácil! Se fosse mesmo tão boa e "fácil" não começariam a investir em tecnologias tão eficazes como por exemplo: A fotodepilação.
Eu sempre fui aquela pessoa que foge da cera, então partia pra outras técnicas, inclusive os cremes depilatórios. Mas, em minha opinião, não eram tão eficazes, sempre ficavam alguns e os pelo encravados continuavam. Certa vez, devido ao meu casamento fechei o dia da noiva que incluia a tal depilação com cera. Bom na perna tudo bem, afinal não doeu tantooo assim. Depois as axilas, tranquilo. Por fim a virilha. Meuuuuuuuuu, o que é isso? É muita dor pra uma pessoa só. Bom resumindo: semana de lua de mel toda pipocada e ardida. Mas com a correria da semana, não dava pra aguentar, foi aí que apelei para a tal Fotodepilação.
Gente é muito simples, primeiro eu encontrei pela internet um lugar que me interessou e marqui uma avaliação. Tirei todas minhas dúvidas, como por exemplo: dor, manchas, o que pode e o que não pode. As áreas que escolhi foram: virilha, perna inteira e axila. Bom, fui para a sala onde é feito todo o processo. Vendaram meus olhos, pois não podem ficar expostos a luz que é forte, mesmo de olho fechado se vê o reflexo. Depois foi aplicado na área ecolhida o gel, e assim começaram a aplicação das luzes pulsadas. Eu não senti nenhuma dor, apenas algumas pinicadinhas, onde tinha pelo um pouquinho maior. Lembrando que antes de fazer a fotodepilação você deve ter se depilado com gilete nos últimos dias, quanto mais curto tiver o pelo melhor. É tirado o gel, passa-se o creme com filtro solar, algo que você não deverá deixar de usar, e pronto! Bom já faz dois dias que fiz a primeira sessão, o estpulao é de 4 a 8 sesões, depende de cada um. Como me foi dito, parece que não foi feito nada, mas daqui a 7 dias, é o previsto para que os pelos caiam. Ainda podem nascer alguns, espalhados, mas nascerão, e eu terei que depilar com gilete.
Gente é muito simples, primeiro eu encontrei pela internet um lugar que me interessou e marqui uma avaliação. Tirei todas minhas dúvidas, como por exemplo: dor, manchas, o que pode e o que não pode. As áreas que escolhi foram: virilha, perna inteira e axila. Bom, fui para a sala onde é feito todo o processo. Vendaram meus olhos, pois não podem ficar expostos a luz que é forte, mesmo de olho fechado se vê o reflexo. Depois foi aplicado na área ecolhida o gel, e assim começaram a aplicação das luzes pulsadas. Eu não senti nenhuma dor, apenas algumas pinicadinhas, onde tinha pelo um pouquinho maior. Lembrando que antes de fazer a fotodepilação você deve ter se depilado com gilete nos últimos dias, quanto mais curto tiver o pelo melhor. É tirado o gel, passa-se o creme com filtro solar, algo que você não deverá deixar de usar, e pronto! Bom já faz dois dias que fiz a primeira sessão, o estpulao é de 4 a 8 sesões, depende de cada um. Como me foi dito, parece que não foi feito nada, mas daqui a 7 dias, é o previsto para que os pelos caiam. Ainda podem nascer alguns, espalhados, mas nascerão, e eu terei que depilar com gilete.
Ah esqueci de citar, todo o meu processo na primeira sessão, incluindo 4 áreas demorou em torno 45 minutos ou menos.
Se realmente funcionar, estou realizada, pois de acordo com especialista a durabilidade, sem precisar fazer nenhuma outra sessão seria de 1 ano. Ai ai ai!!!
Continua...
ResponderExcluirConfesso que sou um tanto cismada para essas novidades tecnológicas, mas a necessidade de usar bermuda nesses últimos dias de calor escaldante, a falta de tempo de ir na depilação e a última promoção postada no facebook me fez rever alguns conceitos... rsrs Porém ainda tenho muitas dúvidas:
ResponderExcluirEsse tratamento é parecido com a depilação a laser?
Tem contra-indicação?
E agora, depois de mais algumas sessões, qual o resultado?
Sigo aguardando mais dicas!
Bjoo!
Camila.
Esse post me lembrou uma história que recebi por email, que por sinal, foi seu irmão que mandou... rsrs Pra gente rir um pouquinho!
ResponderExcluir(Publicado em partes, pq só tenho aqui 4096 caracteres...)
ResponderExcluirCAVADINHA
Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve.
Mas acho que pelo não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.
Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
ResponderExcluir- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- Quer bem cavada?
_..é... é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
ResponderExcluir- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia nada do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- Pode abrir as pernas.
- Assim?
Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural. Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
ResponderExcluir- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se ferrar mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pelinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
-Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe de arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
ResponderExcluir- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei
esperando novas ordens.
- Segura seu bumbum aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, soltar um pum na cara dela, como se pudesse envenená-la. Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil desses por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.
Não.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
ResponderExcluir- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa...
- Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes uma conversa? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo! O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.
Filha da mãe foi a mulher que inventou a "cavadinha".
(Autor(a): anônimo(a))